Este é um artigo da revista Saver Viver de Novembro, que li e com o qual concordo plenamente.
É um artigo sobre o uso de peles de animais para confecção de roupas e artigos de luxo. 

Já falei aqui da minha posição em relação a este assunto.
Não sou contra o uso de peles de animais em vestuário, desde que esse uso seja um aproveitamento de uma matéria, ou seja, eu sou a favor do uso de peles de animais em peças de vestuário, desde que esses animais não tenham sido mortos com o objetivo final da extração da pele.

Não condeno os esquimós que comem as focas, os ursos para depois aproveitam a pele e fazerem a sua própria roupa.
Não sou contra o uso de pele de vaca, porco, coelho, animais estes que comemos, sendo a sua pele aproveitada para a industria da moda. 

Sou completamente contra e não poderei deixar de considerar condenável a criação de animais em cativeiro com o único propósito da extração de pele para a industria de moda. Assim como acho inconcebível que se abatam raposas, martas, chinchilas, techugos, lontras, linces, castores, focas, ursos entre outros animais, para que as suas peles sejam usadas em artigos vendidos por milhares de euros e não exista quem trave esta industria animalesca.

Sou igualmente contra os testes de cosméticos em animais e confesso que sou cúmplice por comprar produtos que testam em animais. 

Sei também que a minha opinião poderá ser controversa para quem defenda que não se deve comer carne animal, mas esta é a minha forma de pensar e acho que acima de tudo, se perdermos um pouco do nosso tempo a pensar neste assunto, já é um passo em frente. 

A moda é algo espectacular e há peças igualmente espectaculares. 
Mas jamais usaria uma Birkin Bag de crocodilo, ou uma estola de marta. 
De pele, já me chega a minha. 




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